Amaury Nicolini

De Janelapédia
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Amaury Nicolini iniciou sua carreira em 1960, como assistente do Depto. de Propaganda da Mesbla. No ano seguinte, foi transferido para a filial de Belo Horizonte, para chefiar o depto. de publicidade, tendo em vista a extensa programação de eventos destinados a marcar o cinquentenário daquela empresa comercial.

Transferiu-se em seguida para a Denison Propaganda, que iniciava suas atividades na capital mineira, atuando como assistente de grupo e criador para as contas Ducal e Guanabara (este na ocasião o maior magazine de BH).

Nos anos de 64 e 65 ganhou os prêmios de melhores comerciais de tv, em concurso promovido pela revista TV Minas.

Foi para a Asa Criação de Publicidade como redator, tendo criado a campanha para a Super Loja Pep's, escolhida como a melhor campanha de varejo daquele ano (1967).

Sua colocação seguinte foi na JMM Publicidade Minas Gerais, onde criou para os clientes TV Itacolomi, Banco Nacional, Líder Táxi Aéreo e Tecidos Marcelo, com o qual ganhou novamente o prêmio de melhores comerciais de tv.

Transferiu-se para o Rio, ingressando na Dínamo de Propaganda, onde fez a criação para o cliente Erontex (principal acionista da agência). Foi em seguida para a Norton, onde conquistou diversos prêmios , incluindo os de melhor campanha institucional do país (Lloyd Brasileiro) e de melhor anúncio de agência, quando da mudança da Norton para Botafogo. Foi um anúncio polêmico, que na ocasião provocou até a manifestação da Cúria Metropolitana, pois mostrava a imagem do Cristo Redentor com o título: A Norton comprou uma casa deste tamanho.

Da Norton foi para a JMM Rio, onde participou da criação dse grandes campanhas para os clientes da época: Banco Nacional. Cartão Nacional, Masson e outros. Para a Casa Masson criou o premiado anúncio "Conselho da Masson para quem não quer ter dor de cabeça com relógio: compre Mido".

Pela sua vivência com o segmento de varejo, foi contratado pela Confederação Nacional dos Diretores Lojistas para exercer o cargo de Gerente de Desenvolvimento Técnico. Alí, organizou e dirigiu seminários, convenções e congressos em todos os estados brasileiros e alguns internacionais, além de criar material didático para lojistas e funcionários e editar a revista Diretor Lojista, única publicação especializada no país.

Depois de breve temporada em Fortaleza, onde foi Diretor Executivo do Clube de Diretores Lojistas local, regressou ao Rio e foi admitido como Coordenador de Marketing da Bloch Editores.

Pouco depois, convidado pela Artplan, passou a ser redator senior daquela empresa, participando da criação de peças e campanhas de lkargo sucesso. Um ano e meio depois, foi transferido para a filial paulista da Artplan, como diretor de criação, quando também conquistou diversos prêmios, inclusive o de melhor lançamento de produto, para a máquina de escrever eletrônica da Olivetti.

De volta ao Rio, prestou serviços de redação e criação por algum tempo para a Senior Propaganda, após o que consolidou a criação de sua agência própria - a Brainstorm Assessoria de Comunicação, que por dez anos foi extremamente atuante na praça do Rio. Entre seus principais clientes podem ser citados a Ordem dos Advogados do Brasil-Seção RJ, o Clube de Diretores Lojistas do Rio de Janeiro, a Federação do Comércio, o Sindicato dos Lojistas e a Losango Financeira, além de diversas contas de empresas ligadas ao turismo e revendedores de produtos de informática.

Pela Brainstorm passaram profissionais de talento reconhecido como Marco Antonio Rocha, Ronald Galvão, Cillas Amaral, Robson Macedo, Mário Vilhena, Fernando Sampaio, Rubens Affonso, Edmundo Fonseca e muitos outros.

Além do atendimento à conta do Sindicato dos Lojistas, coube à Brainstorm também editar a revista O Lojista, a mais antiga publicação sindical do país, durante 12 anos. As atividades da Brainstorm se encerraram por volta de 1998, face a problemas de saúde do seu titular, que desde então tem se dedicado a trabalhos eventuais de planejamento e criação para algumas agências cariocas,bem como à edição de livros, tanto técnicos quanto de poesia, que já alcançam hoje 22 títulos.

Paralelamente às atividades publicitárias, Amaury Nicolini foi, durante sua carreira, colunista em jornais de Minas, locutor de emissoras de rádio também em Minas, e apresentador de comerciais de tv nos anos 60, quando era quase inimaginável a existência de "garotos-propaganda".