Mudanças entre as edições de "Marcílio Carmo"

De Janelapédia
 
(Sem diferença)

Edição atual tal como às 15h11min de 17 de novembro de 2010

Diretor de arte. Carioca.

Começou na propaganda meio por acidente: certa vez foi apresentar seu portfólio de ilustrações e fotos para o Victor Kirovsky, então na MMC, que garantiu que a direção de arte era o seu caminho e não tinha como fugir. Por ali ficou. No seu portfólio tem pelo menos um anúncio com alguns dos melhores redatores cariocas: Mauro Matos, Carlos Pedrosa, Carlos Eduardo Meyer, Toni Lourenço, Bia Brandão, Márcio Almeida, André Pedroso, Toninho Lima, João Renha, Galileu Martins, Fraga, Lina Pinheiro, Sérgio Lourenço, Cléber Neves, Claudio Ortman e um catatau de gente boa. Trabalhou na MMC, MMC/Rego Monteiro, Artplan, JWT, Assessor, Diler, Esquire, Pubblicità, Provarejo, Alpha e Motrix, além de alguns freelas para a Caio Domingues. Por coincidência, estava sempre na agência que acontecia no momento. Ainda na mala, vários prêmios: Festival de Nova York, Festival de Londres, Colunistas Produção, CCSP, CCRJ, Prêmio JB entre outros.

Além de um layout marcante, também brinca de redator com ótimos títulos e de ilustrador como storyboarder. Suas logomarcas mais conhecidas são os da Memória da Propaganda e da Fundação Viva Cazuza. Mas morre de inveja pela marca do Partido Verde (do Jair de Sousa).

É testemunha histórica de uma das melhores frases ditas na propaganda: quando na MMC foram perguntar ao Mozart dos Santos Mello sobre a onda de proibição de cigarros nas agências, o Mozart – que era fumante – declarou: “uma agência que se preze tem que cheirar a suor e a nicotina”. Dispensável dizer que o cigarro era liberado por lá.

Como diretor de arte, também profetizou a transformação que a era digital traria para as agências de propaganda, sendo um dos profissionais que mais se antenaram nesse mundo dos bytes. É Mac User ferrenho e torce pelo Flamengo.